Storytelling: uma ferramenta para potencializar o trabalho terapêutico e a pedagogia

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Vivemos um momento do mundo no qual estamos expostos a um excesso de informações. Recebemos novos conteúdos dos celulares, da televisão, de propagandas nas ruas…

São tantas fontes e tantas coisas pedindo por atenção que o cérebro vai se cansando e passa a selecionar as opções que vai ignorar e aquelas para as quais ele cederá atenção.

Você já deve ter experimentado a sensação de estar fazendo algo, geralmente cotidiano ou repetitivo e de repente perceber que sua cabeça estava em outro lugar, ainda que você não tenha interrompido o que estava fazendo.

Com essa dificuldade em mente, materializada na fuga do cérebro que está saturado da quantidade de informações do dia a dia, surge uma ferramenta que busca engajar o cérebro e permitir que a informação chegue na escuta atenta do receptor: o Storytelling.

 

O que é Storytelling?

Esta palavra vem do inglês que significa, literalmente, “contando história”.

De forma breve, storytelling é a estratégia de contar uma história, utilizando personagens, ambientes, desenvolvimento de conflitos e uma mensagem para passar adiante um conteúdo inesquecível.

O storytelling permite criar um conteúdo que engaja a atenção do cérebro e permite que o ouvinte se envolva profundamente com a mensagem que se deseja passar adiante.

Este objetivo é alcançado porque o storytelling utiliza de recursos linguísticos que favorecem a conexão emocional com o que é contado e, dessa forma, traz mais atenção na comunicação.

 

E por que usar o Storytelling?

A força do storytelling está na construção de uma narrativa que extrapola o significado original do conteúdo, assumindo novas e poderosas conotações para o ouvinte. 

A linguagem mais aberta e subjetiva também permite que a mensagem se acomode dentro da realidade de quem escuta.

Assim, com essa ferramenta, é possível potencializar o trabalho terapêutico e pedagógico, uma vez que as interpretações encontram a personalização em cada cliente (no caso da terapia) ou do aluno (na pedagogia), alcançado com precisão a particularidade de cada caso.

 

“As histórias podem dizer o que não pode ser expresso de outra forma, pois também sabem ocultar o que mostram. Encaramos sua verdade como pressentimos, por trás de um véu, o rosto de uma mulher.”

Bert Hellinger, em “No centro sentimos leveza.”

 

O storytelling, com o seu caráter lúdico, tem a capacidade de “baixar” os muros de defesa da pessoa que é exposta à história, uma vez que o processo de significação do conteúdo ocorre dentro de cada um, ao invés da exposição direcionada de um comentário sobre determinada situação, por exemplo.

 

Storytelling no trabalho terapêutico

Uma das maiores aplicações do storytelling é no trabalho terapêutico da Contoterapia.

Esta prática permite alcançar grandes significados e caminhos de cura através de histórias que abordam situações arquetípicas e, dessa forma, permitem ao ouvinte encontrar conhecimentos a partir das metáforas e outras figuras de linguagem.

 

“Tais histórias talvez nos aborreçam, de início, porque contrariam nosso raciocínio e nossa lógica habitual. Mas então, ultrapassando fronteiras, pressentimos um sentido que não pode ser esclarecido com razões nem abalado por contradições. Por isso, conservamos estas histórias.”

Bert Hellinger, em “No centro sentimos leveza.”

O terapeuta alemão Bert Hellinger, um dos pioneiros e principal nome da Constelação Sistêmica, utiliza os recursos dos contos em seus atendimentos.

Ele reconhece que a história tem a capacidade de chegar em cantos profundos da mente pela sua capacidade de ilustrar conceitos abstratos através das palavras.

Esses contos, dado seus conteúdos e as formas de construção, definem a força da ferramenta do storytelling no trabalho terapêutico. A sua aplicação durante muitos anos nos campos terapêutico e da pedagogia confirma a sua eficácia. 

E quais são os benefícios do storytelling para educadores?

O caminho do conto e a comunicação a partir do storytelling encontra uma grande absorção no ambiente infantil.

Dada a riqueza de elementos e o convite ao uso da imaginação, educadores que se utilizam dessa ferramenta de comunicação conseguem acesso de forma rápida e construtiva com seus alunos.

O objetivo do storytelling aqui não muda: é preciso garantir que a comunicação flua de forma profunda e com grande absorção do conteúdo por quem entra em contato com ele, através de elementos que engajam e que conduzem a atenção.

Para aqueles que entram em contato com a informação, como os alunos, o storytelling permite um aprendizado mais divertido e rico, proporcionando uma grande variedade de estímulos mentais e aprofundando o desenvolvimento nas esferas cognitivas e emocionais.


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Este conteúdo (textos, imagens e artes gráficas – exceto trechos de livros, citações de outros autores, e imagens de banco de imagens, quando houver) é exclusivo e produzido pelo Ipê Roxo – Instituto de Desenvolvimento Humano. Sua reprodução é permitida se acompanhada com o devido crédito: material de propriedade do Instituto Ipê Roxo – disponível em www.institutoiperoxo.com.br|Curadoria de conteúdo realizada por Ana Cht Garlet, professora do Instituto.”


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