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CONSTELAÇÃO FAMILIAR – As cobranças e acusações aos nossos pais
Ana Garlet | 05/07/15 |

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Por Ana Garlet, advogada e consteladora familiar – http://www.anagarlet.com.br

Bert Hellinger, um teólogo, filósofo e psicoterapeuta alemão, criador de uma nova abordagem de psicoterapia sistêmica, desenvolveu um trabalho revolucionário que tem amplas implicações para o aconselhamento de casais, acompanhamento de crianças, pedagogia, consultoria de empresas, dramaturgia, política e solução de conflitos sociais.

Ele trouxe um novo olhar para nossa forma de viver nossos vínculos e relacionamentos.

Na reflexão de hoje, trazemos um pouco do que ele fala sobre nosso relacionamento com nossos pais. Para ele, nós continuamos, mesmo quando adultos, levando conosco a criança que fomos e, levando também os julgamentos, as reivindicações e as acusações aos nossos pais.

Para Bert, não há como seguir na vida de forma saudável e com sucesso, se não abrimos mão disso tudo, tomando nossos pais como eles são, como pessoas bem normais, que fizeram o que foi possível. Tomar a eles e tomar a vida do jeito que foi e do jeito que chegou até nós.

Sinta o que aconteceria na alma se você imaginasse crianças dizendo para seus pais: ”Aquilo que vocês me deram, primeiramente, não foi correto, e segundo, não foi suficiente. Vocês ainda me devem.”

O que estas crianças têm de seus pais quando sentem as coisas desta forma?
Nada.

E o que os pais têm de suas crianças?
Também nada.

Tais crianças não conseguem se separar de seus pais. Sua demanda e suas acusações os prendem de tal forma a seus pais que, apesar de estarem vinculados, é como se não tivessem pais.

O “não” que estas crianças dizem a seus pais, acaba sendo dito para elas mesmas, pois, todos nós somos nossos próprios pais (somos a continuação biológica deles). E então elas se sentem vazias, carentes e fracas. (Vale aqui relembrar que quando falamos crianças, podemos nos referir a pessoas de 5, 10, 15, 30, 50, 70 anos. Todos nós somos as crianças que fomos um dia, pois elas continuam a viver dentro de nós).

Esta é a segunda ordem do amor: que as crianças tomem de seus pais, aquilo que estes possam dar, da forma que vier, sem nenhuma exigência adicional, pois, o que eles deram já foi suficiente e permitiu que a vida chegasse até nós.

Ana Garlet, Consteladora Sistêmica do Ipê Roxo.

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Nós, do Ipê Roxo, temos certeza que esta caminhada enriquece o trabalho e o próprio desenvolvimento pessoal, pois as Constelações são muito mais do que um método, elas são uma postura de vida.

Quem entra em contato de forma profunda com a Obra de Hellinger, se transforma e adquire um novo olhar perante a vida e os desafios que ela impõe.


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