CONSTELAÇÃO FAMILIAR – Nossa mãe e nosso sucesso estão ligados. Como assim?

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Uma mãe é aquela que teve a coragem suficiente para fazer a vida seguir adiante, apesar de todos os desafios e dificuldades. Alguém que correu risco de vida por isso. É um lugar de muita força.

Nós, os filhos, podemos olhar para nossa mãe desta forma: como uma mulher bem comum e bem normal (assim como nós o somos) sem nenhuma expectativa ou julgamento. Olhar e ver que um dia ela amou um homem e nos foi permitido chegar.

Ela tomou decisões e passou a vida adiante, permitindo que a vida seguisse seu fluxo pelas gerações.

Ela nos colocou no seu peito e nos nutriu. Com o seu leite, recebemos mais que o alimento, recebemos a nutrição para uma vida fora do ventre, para uma vida aqui e agora.

Para Hellinger (e para mim também, de forma bem humilde pois sei que não compreendo ainda totalmente essa profundidade), tomamos a vida como um todo, na medida em que tomamos nossa mãe.

E para ele, quem tem reservas em relação à mãe, que foi sua primeira e talvez mais importante experiência de nutrição e confiança oferecida pela vida, também terá reservas em relação à realização, ao sucesso e à felicidade. Quem rejeita sua mãe, quem não concorda com ela do jeito que é, rejeita também a vida e a felicidade.

Como o sucesso pode chegar?

Ele vem quando nossa mãe pode vir a nós e quando nós a honramos como tal.

Por Ana Garlet, advogada e consteladora familiar do Ipê Roxo http://www.anagarlet.com.br



6044022891_e06272474e_oSegundo Décio e Wilma Oliveira (professores renomados no estudo e ensino das Constelações no Brasil) Bert Hellinger observou após anos de trabalho com as Constelações Familiares que o passo básico para todo e qualquer sucesso é sobretudo o grau de conexão com nossa mãe.

Vale dizer, quem está conectado com a mãe já deu um passo fundamental, o passo básico para o sucesso. Quem ainda não o fez, carece de algo que não pode ser suprido por outras fontes.

E o que é essa conexão com a mãe? Como podemos saber se alguém está ou não bem conectado a ela? Bem, pode-se ver que esta pessoa está “cheia”. Ela tem pouco a exigir e muito a dar. Alegra-se com o que recebe e serve a outros com alegria. É uma fonte de inspiração para os outros. Pois a mãe é, antes de mais nada, o modelo básico da relação de servir a outros. É ela quem serve na família, e o faz com desvelo e ternura.

Se aprendemos essa postura básica, então estaremos aptos a servir também outros com alegria. Pois todo trabalho é serviço a outros. E o sucesso deriva da pressão produzida nos demais em retribuir o que damos a eles na forma de nosso servir. Assim, um passo fundamental na escalada ao sucesso parte da revisão da relação como nossa mãe.

Ouça nosso posdcast sobre o tema Pais e Filhos gravado no Encontro com Bert em SP:

41 comentários sobre “CONSTELAÇÃO FAMILIAR – Nossa mãe e nosso sucesso estão ligados. Como assim?

  1. Minha filha adotiva tem 26 anos e nunca quis saber quem é o pai. A mãe ela foi conhecer com 8 anos, porque pediu e eu prontamente a levei a 300 km da minha cidade. Sempre disse à ela que tinha pena de sua genitora e uma consideração enorme por ela ter me proporcionado a felicidade de ser mãe. O fato dela não querer saber quem é o pai faz com que ela tenha insucesso profissional? Pergunto por que ela se formou, foi muito bem na faculdade, no estágio, mas não quis trabalhar na área. Trabalha conosco na fábrica de salgadinhos, muito responsável, mas eu pensava que seguiria a linda carreira de jornalista.

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    • Oi Malu, com certeza, muitas questões atuam.
      Creio que você pode ler os comentários que respondi aqui embaixo, para outras dúvidas de outras pessoas e também leia este artigo que escrevi sobre a adoção, creio que vá ajudar você a compreender e fortalecer e apoiar sua filha. A adoção, segundo Hellinger, pode dar certo SIM, mas há condições que devem ser respeitadas para que estas crianças possam verdadeiramente vicejar em suas vidas.
      Espero que lhe traga um novo olhar:
      https://iperoxo.com/2015/05/05/como-a-adocao-pode-ser-bem-sucedida-aos-olhos-da-constelacao-familiar-sistemica-de-bert-hellinger/

      “A adoção é um ato de grande amor.
      Hellinger nos fala que, quando alguém adota uma criança como uma ação de cuidar dela porque seus pais que a geraram por algum motivo não puderem fazê-lo, a adoção tem todas as chances de ser um encontro de amor e desenvolvimento. Ele diz que ela dará certo se aqueles que adotam a criança conseguem nutrir em seu coração a gratidão e o respeito pelos pais biológicos, pois eles, de alguma forma, fazem parte da criança, fazem parte da história da vida daquela criança. Quando o vi falar sobre este tema em um seminário, ele se dirigia aos pais adotivos dizendo que sempre pudessem reverenciar os pais da criança, que não puderam ficar com ela (para ele, quando isso acontece é sempre motivado por questões sistêmicas de muitas gerações). Assim, quando os pais adotivos nutrem respeito e consideração pelos pais biológicos, seja qual for o destino deles, a criança também pode ficar em paz com seu próprio destino, pois se sente segura com os pais que agora cuidam dela. A adoção é sim um ato de amor. Acompanhei alguns casos de adoção com dificuldades e, na maioria deles, no pano de fundo que a criança inconscientemente trazia, era que os pais biológicos não eram respeitados e algumas vezes isso era dito para a criança. Mas, é claro, esta é a apenas uma pequena amostra que tenho, da experiência que eu vivi… Caso história, cada ser, cada acontecimento é único.
      O que vivenciei em constelações que deixou a criança que foi adotada ficar bem, foi ela conseguir concordar com o destino de seus pais biológicos (que não foi possível a eles fazerem diferente) e tomar, receber, dizer SIM aos pais que agora a cuidam e amam. Elas tem força quando o fazem desta forma.” Ana Garlet
      Com carinho,
      Ana Cristina

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  2. Sim, explica muitas coisas e ao mesmo tempo dá um conforto ue não sei explicar de onde vem. uero saber sobre essa conexão com a mãe: não entendo: só vale a mãe biológica porque ela deu a vida? então as adoções como funcionam? E no caso das mães falecerem após o parto, como esses filhos se conectarão às suas mães? Tenho na familia dois casos : a mãe faleceu no sétimo dia após dar a luz a uma, e passada uma geração uma jovem de vinte anos falece por imperícia médica deixando uma menina após 3 dias de nascida. A primeira menina citada é avó da segunda. Como se pode realizar tal conexão?

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    • Olá Clementina,
      sobre a adoção, podes ler a minha resposta acima, que fiz para a Malu (tem um texto meu e o link de outro artigo), creio que ajudarão a compreender.
      Sobre este caso de perdas trágicas logo após o nascimento, procure pesquisar sobre Psicogenealogia e as Síndromes de Aniversário. É possível que haja algo ou alguém que precise ser incluído nesta arvore genealógica e os acontecimentos vão se repetindo para que o sistema familiar possa olhar para isso que falta. Pesquise também sobre o trabalho de Anne Ancelin Schützenberger, ela aborda muito bem este tema e vai lhe trazer uma ampliação de olhar.
      Com carinho,
      Ana Cristina

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    • E quem rejeita o filho? Fica como na história?

      No texto diz: ” Quem rejeita sua mãe, quem não concorda com ela do jeito que é, rejeita também a vida e a felicidade”. E então quando isso é ao contrário? Qndo é a mãe que rejeita o filho de todas as maneiras possíveis, mesmo o filho tentando fazer de tudo? A imagem do papel de uma mãe hoje em dia, e praticmaente espelhado na santidade, olhamos para nossa mãe como um anjo protetor. Mas e qndo é esse anjo q deveria ser protetor, rejeita o filho, ela tbm será infeliz como “condena” o texto, ou ela é perdoada por ser “praticamente uma Santa”. Queria entender mais sobre o assunto!
      Obs: não são críticas, apenas observações e indagacoes minhas, e eu gostaria que me esclarecessem essas questões.

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    • Sim Bruna, esses casos onde acontece alguma processo difícil da mãe em relação ao filho, realmente são bem complexos e normalmente tem ligação com uma história de abandono e rejeição na história da família, em gerações anteriores, raramento é um fato isolado. Hellinger nos fala de uma mãe que é uma mulher bem normal, com suas falhas e dificuldades e nos convida a amá-la mesmo assim, como tudo aquilo que é difícil para nós. Ele nos mostra o que acontece conosco quando só temos julgamentos a ela e o que acontece quando conosco quando dizemos sim a ela, com tudo o que faz parte.
      Se lhe ajudar a compreender, eu gravei um áudio sobre como ele olha as mães, inclusive, com a leitura de uma carta que ele diz que escreveu para a mãe dele, pois conta que, sim, ele também, em alguns momentos exigia dela que fosse uma pessoa perfeita e só mais tarde compreendeu a grandeza que ela tinha por ter dado a ele a vida, que é o que temos de maior e mais importante. Até para nos posicionarmos contra ou a favor de qualquer coisa, precisamos estar vivos, algo que só foi possível, através da força e da coragem de nossos pais.
      Aqui está o link do áudio, é praticamente todo um texto do Hellinger que li Bruna, são palavras lindas, espero que toquem de alguma forma seu coração.

      Se você gostar do primeiro, há outro, um pouco mais longo e profundo, que também vai abordar essas dores sobre as quais você fala, se você se encorajar em ouvi-lo, também poderá te ajudar a compreender este olhar.

      Depois de ouvir, se quiseres voltar aqui, ficarei feliz de saber como foi sua experiência.
      Com carinho, Ana Cristina

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    • Oi Laidiara, as tuas palavras também chegaram até mim e alegraram meu coração 💜 de uma forma muito especial. Se quiseres conhecer mais deste olhar das constelações, gravei um áudio com uma carta de Hellinger para sua mãe. Eu amo este texto e compartilho com você.

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    • Sempre tive dificuldades de me relacionar com minha mãe. Hoje nem tanto, porem moro com ela e meu pai, e hoje estou cuidando dela, pois tem 84 anos e com inicio de alzheimer. Já fiz constelação sistemica foi muito bom. Porem hoje sinto que é uma missão minha cuidar deles. Mas dentro da constelação teria que deixá-los e seguir minha vida. Mas hoje tenho consciência do meu papel e os respeito e não tenho vontade de ter outro objetivo.Claro trabalho e tenho ajuda dos meus irmãos no cuidado deles.Queria saber sua opinião sobre o que relatei.

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      • Elisa, na forma como eu olho as constelações, eu acredito que nós podemos cuidar de nossos pais quando eles precisam. O que é essencial é que, mesmo quando estivermos cuidando deles, devemos nos manter no lugar de filhos, como os pequenos, menores que eles, conservando assim a dignidade e a grandeza que eles possuem. Isso é muitas difícil difícil de perceber e exige muito de nós: exige uma postura interna e de grande auto-observação. De alguma forma, pelas suas palavras e pela forma como você se colocou, me arriscaria a imaginar que estás neste caminho. Se você perceber que está ficando muito pesado, podes procurar apoio com algum terapeuta sistêmico para olhar para esta questão.

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  3. Só quem já participou dessa terapia sabe a força da mesma e o seu poder transformador. Ela vai fundo, mostra o caminho e cabe a cada um segui-lo ou não, colhendo os frutos ou continuando no labirinto e sem encontrar a saída.
    Lembro-me do Dr. Décio falando sobre um paciente que dizia nada dever ao pai com exceção da vida. Quando o Dr. Décio lhe pediu que tirasse a vida a terapia fluiu muito bem, porque ele caiu na real. A vida é tudo, o resto é consequência dela.

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  4. Entendo que devemos ser gratos por ter a experiência de vida, mas esse artigo fala do estereótipo de mãe, define que todas as mulheres que tem filhos decidiram “servir” ou “deixar a vida acontecer”. Mas vamos esclarecer que não é assim que acontece, muitas mulheres são encurraladas, não escolhem ser mães, são pressionadas ou pior usam o filho como moeda de troca. Sem falar nas que simplesmente os abandonam, sim, devemos mesmo com mulheres difíceis que não tem nenhuma vocação para maternidade estar em paz, entender que elas tem limitações e apenas agradecer a nossa capacidade de compreensão. Do mais é forçoso exigir de alguém que ame pais e mães que foram cruéis ou relapsos apenas sinta se em paz, pois esse foi o canal em que a vida se materializou.

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  5. Achei mal escrito .pra quem nao conhece co stelacao mais a fundo da a impressão qye esses caras filhinhos da mamãe estão certos em babar a mamãe mesmo depois de casados. E isso só os faz fracos e infelizes no casamento. Isso deveria rer sido explicado melhor. Honrar mãe e reconhece la como mãe e não tomar o lugar de esposo dela como a maioria faz

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  6. Eu já fiz uma vez, a menos de três meses e já sinto mudanças em minha vida, é um trabalho de muita ajuda pra qualquer ser humano. já estou me preparando para a próxima se DEUS quiser.obrigada muita gratidão.

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  7. Muito bom… e esclarecedor eu nunca tive uma relaçao normal com minha mae era meio simbiotico, muita chantagem emocional das duas partes ela se se foi mas sinto hoje as coisas que deixei de fazer por influencia dela ela nao me deixou crescer em nada nada nada depois que se foi eu me sinto liberta sinto falta mas a minha liberdade e diferente poderia me explicar:

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    • Oi Ana,
      Cada caso é tão especial e tão particular, único como nós.
      Qualquer coisa que eu diga sobre você será irresponsabilidade minha, pois, não há como saber o que atuava no coração de sua mãe, quanto sofrimento talvez ela tenha passado, tantas lágrimas talvez não choradas, como foi a vida para ela, quantos desafios ela tenha enfrentado. O que posso dizer é que tudo, tudo que acontece tem um sentido e as pessoas sempre agem motivadas por algo, por movimentos que as vezes são inconscientes, reproduzindo padrões de antepassados… enfim, há tantas coisas.
      Talvez, se um dia você tiver oportunidade, vá a um workshop de constelações para conhecer este trabalho: será surpreendente para você,
      Um beijo,
      Com carinho – Ana Cristina

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    • Olá Paolla, estes casos são realmente muito dolorosos e marcam a existência com certeza. Nós olhamos para estes pais que não foram capazes de amar, como pessoas que um dia foram crianças e que, com certeza, passaram por momentos de grande dor e dificuldade. Isso não significa que não vejamos o que houve, mas, os honramos quando deixamos com eles todas as consequências sobre aquilo que eles foram e nos liberamos. Quando podemos olhar para estes pais deste lugar, poderemos tomar a força que vem deles e, apesar de eles não terem conseguido construir vínculos de afeto, nós podemos nos liberar para fazer diferente deles com as pessoas que amamos.
      Tudo de bom,
      Ana Cristina

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      • Poxa eu quase entendi esta resposta. Só faltou entender essa frase ‘ os honramos quando deixamos com eles todas as consequências sobre aquilo que eles foram e nos liberamos’ poderia explicar um pouquinho? Por favor. O que seria deixar com eles todas as consequências sobre aquiw que eles foram?

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      • Oi Evilania,
        deixar com eles as consequências sobre aquilo que eles foram, significa abrir mão de julgá-los, abrir mão de acusá-los… quando nós olhamos para eles do lugar de quem não compreende o que aconteceu e abre mão do julgamento, deixando com eles a responsabilidade sobre aquilo que talvez não tenham conseguido fazer melhor… significa lembrar que eles, assim como nós, são pessoas humanas e imperfeitas, pessoas que fazem parte de um contexto muito maior, que também são filhos, netos, bisnetos de alguém e que também passaram por muitas dores… deixar com eles a responsabilidade sobre as escolhas deles é um grande respeito e, desta forma, podemos talvez nos autorizar a fazer diferente deles…

        Lembrei de um texto de Hellinger sobre isso:

        “Muitos que reclamam dos seus pais olham para questões secundárias e não para o essencial. Assim perdem o essencial. Em todas as situações onde alguém critica seus pais está diminuindo o essencial dentro de si. Fica mais estreito, menor, limitado. Quanto mais o fizer, mais limitado fica.
        Ao contrário, se alguém olha para o essencial e toma a vida em sua plenitude e pelo preço total que custou aos seus pais e que lhe custa, essa pessoa pode enfrentar todas as situações.”

        Bert Hellinger
        Com carinho,
        Ana cristina

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      • Desculpe, mas nao gostei do texto..adatada que sou, espera um esclarecimento melhor, e na verdade nao sinto assim como foi descrito..acho que a adocão é o maior ato de amor que um ser humano pode ter pelo o outro e o texto fala contrario…minha pergunta nao foi qto a adoção, mas sim qual a relaçao da mae no caso do texto acima com quem é adotado….Enfim, obrigada pela resposta de qq modo.

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    • Oi Sandra,
      Sim! A adoção é um ato de grande amor.
      Hellinger nos fala que, quando alguém adota uma criança como uma ação de cuidar dela porque seus pais que a geraram por algum motivo não puderem fazê-lo, a adoção tem todas as chances de ser um encontro de amor e desenvolvimento. Ele diz que ela dará certo se aqueles que adotam a criança conseguem nutrir em seu coração a gratidão e o respeito pelos pais biológicos, pois eles, de alguma forma, fazem parte da criança, fazem parte da história da vida daquela criança. Quando o vi falar sobre este tema em um seminário, ele se dirigia aos pais adotivos dizendo que sempre pudessem reverenciar os pais da criança, que não puderam ficar com ela (para ele, quando isso acontece é sempre motivado por questões sistêmicas de muitas gerações). Assim, quando os pais adotivos nutrem respeito e consideração pelos pais biológicos, seja qual for o destino deles, a criança também pode ficar em paz com seu próprio destino, pois se sente segura com os pais que agora cuidam dela. A adoção é sim um ato de amor. Acompanhei alguns casos de adoção com dificuldades e, na maioria deles, no pano de fundo que a criança inconscientemente trazia, era que os pais biológicos não eram respeitados e algumas vezes isso era dito para a criança. Mas, é claro, esta é a apenas uma pequena amostra que tenho, da experiência que eu vivi… Caso história, cada ser, cada acontecimento é único.
      O que vivenciei em constelações que deixou a criança que foi adotada ficar bem, foi ela conseguir concordar com o destino de seus pais biológicos (que não foi possível a eles fazerem diferente) e tomar, receber, dizer SIM aos pais que agora a cuidam e amam. Elas tem força quando o fazem desta forma. Espero que tenha conseguido ser mais clara para você querida. Ana

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  8. entendi que se o filho não ter susesso é por que não têm um inteiro relacionamento emocional com a mãe,por favor me explique e me ajude por que vivo com o constante insucesso do meu filho oque devo fazer.obrigada

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    • Olá Brandelero,
      Sim, é isso mesmo, enquanto nós temos reivindicações e julgamentos aos nossos pais, podemos ficar impedidos de chegar ao nosso sucesso. No seu caso, onde se trata de questão do seu filho, talvez possa haver também algo sistêmico, repetições de gerações anteriores, nós não sabemos. O ideal seria você buscar um trabalho com um olhar sistêmico, ou talvez mesmo uma constelação familiar para compreender o que atua para além do aparente na vida do seu filho. Tudo de bom e com muito carinho, Ana Cristina.

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